
O deputado federal Coronel Assis (PL-MT) criticou a acusação de estupro de vulnerável feita contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, e defendeu que todos os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades.
O caso, que começou durante a CPMI do INSS, teve reviravolta recente quando o denunciante Luiz Antônio Lopes, afirmou em depoimento recentemente à Polícia Legislativa da Câmara que a denúncia que fez contra Gaspar teria sido forjada. A Polícia Federal apura o caso e o Supremo Tribunal Federal acompanha as diligências.
Para Coronel Assis, a mudança de versão do denunciante levanta questionamentos graves e exige uma investigação aprofundada para identificar quem participou da produção e divulgação das acusações. O parlamentar também saiu em defesa de Alfredo Gaspar, que nega as acusações e já adotou medidas judiciais contra os parlamentares que as divulgaram.
"É uma acusação gravíssima que foi utilizada politicamente contra um parlamentar. Agora surgem versões de que tudo teria sido uma armação. Isso precisa ser investigado até o fim. Se houve uma tentativa deliberada de destruir a reputação de um homem por meio de uma denúncia falsa, os responsáveis precisam responder por isso”.
A denúncia contra Gaspar foi apresentada por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS) à Polícia Federal em março deste ano. Na ocasião, os parlamentares afirmaram estar encaminhando uma denúncia que consideravam grave e pediram investigação. Posteriormente, Gaspar apresentou queixa-crime contra os dois por calúnia e injúria.
Para Coronel Assis, o episódio demonstra os riscos de transformar acusações ainda não comprovadas em instrumentos de disputa política.
"Ninguém pode ser condenado pela opinião pública antes de uma investigação. Acusações dessa gravidade precisam ser tratadas com seriedade, mas também com responsabilidade. Se houve crime, que os responsáveis sejam punidos. Se houve uma falsa acusação para destruir uma reputação, os responsáveis também precisam responder".
O parlamentar também defendeu que a investigação avance sobre todas as circunstâncias do caso, incluindo a origem das informações, eventuais pagamentos e a participação de terceiros. A Polícia Federal foi acionada para apurar tanto as acusações contra Gaspar quanto a possibilidade de que a denúncia tenha sido fabricada.
"A verdade precisa aparecer. Não podemos aceitar que a política brasileira seja transformada em um ambiente onde acusações gravíssimas são utilizadas como arma eleitoral. A investigação precisa chegar a todos os envolvidos, independentemente de partido ou posição política".
Coronel Assis afirmou ainda que o episódio ganhou dimensão política após a escolha de Alfredo Gaspar para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, mas ressaltou que a apuração dos fatos deve seguir critérios técnicos e jurídicos.
"O que está em jogo não é apenas a situação de Alfredo Gaspar. É a credibilidade das instituições e o direito de qualquer cidadão de não ser destruído por uma acusação sem que os fatos sejam devidamente comprovados. Se houve uma armação, ela precisa ser desvendada e punida".
Coronel Assis considera grave a armação da esquerda contra Alfredo Gaspar e cobra investigação
O deputado federal Coronel Assis (PL-MT) criticou a acusação de estupro de vulnerável feita contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, e defendeu que todos os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades.
O caso, que começou durante a CPMI do INSS, teve reviravolta recente quando o denunciante Luiz Antônio Lopes, afirmou em depoimento recentemente à Polícia Legislativa da Câmara que a denúncia que fez contra Gaspar teria sido forjada. A Polícia Federal apura o caso e o Supremo Tribunal Federal acompanha as diligências.
Para Coronel Assis, a mudança de versão do denunciante levanta questionamentos graves e exige uma investigação aprofundada para identificar quem participou da produção e divulgação das acusações. O parlamentar também saiu em defesa de Alfredo Gaspar, que nega as acusações e já adotou medidas judiciais contra os parlamentares que as divulgaram.
"É uma acusação gravíssima que foi utilizada politicamente contra um parlamentar. Agora surgem versões de que tudo teria sido uma armação. Isso precisa ser investigado até o fim. Se houve uma tentativa deliberada de destruir a reputação de um homem por meio de uma denúncia falsa, os responsáveis precisam responder por isso”.
A denúncia contra Gaspar foi apresentada por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS) à Polícia Federal em março deste ano. Na ocasião, os parlamentares afirmaram estar encaminhando uma denúncia que consideravam grave e pediram investigação. Posteriormente, Gaspar apresentou queixa-crime contra os dois por calúnia e injúria.
Para Coronel Assis, o episódio demonstra os riscos de transformar acusações ainda não comprovadas em instrumentos de disputa política.
"Ninguém pode ser condenado pela opinião pública antes de uma investigação. Acusações dessa gravidade precisam ser tratadas com seriedade, mas também com responsabilidade. Se houve crime, que os responsáveis sejam punidos. Se houve uma falsa acusação para destruir uma reputação, os responsáveis também precisam responder".
O parlamentar também defendeu que a investigação avance sobre todas as circunstâncias do caso, incluindo a origem das informações, eventuais pagamentos e a participação de terceiros. A Polícia Federal foi acionada para apurar tanto as acusações contra Gaspar quanto a possibilidade de que a denúncia tenha sido fabricada.
"A verdade precisa aparecer. Não podemos aceitar que a política brasileira seja transformada em um ambiente onde acusações gravíssimas são utilizadas como arma eleitoral. A investigação precisa chegar a todos os envolvidos, independentemente de partido ou posição política".
Coronel Assis afirmou ainda que o episódio ganhou dimensão política após a escolha de Alfredo Gaspar para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, mas ressaltou que a apuração dos fatos deve seguir critérios técnicos e jurídicos.
"O que está em jogo não é apenas a situação de Alfredo Gaspar. É a credibilidade das instituições e o direito de qualquer cidadão de não ser destruído por uma acusação sem que os fatos sejam devidamente comprovados. Se houve uma armação, ela precisa ser desvendada e punida".