Sábado, 29 de Agosto de 2026

Estados Unidos fazem novo ataque contra houthis no Iêmen

Estados Unidos fazem novo ataque contra houthis no Iêmen

13/01/2024 às 16h15 Atualizada em 13/01/2024 às 20h15
Por: Redação
Compartilhe:
Divulgação/Departamento de Defesa dos EUA Mísseis foram lançados por navio de guerra
Divulgação/Departamento de Defesa dos EUA Mísseis foram lançados por navio de guerra
Mísseis foram lançados por navio de guerra
Divulgação/Departamento de Defesa dos EUA

Mísseis foram lançados por navio de guerra

Os Estados Unidos efetuaram neste sábado (13) um novo ataque em uma área controlada pelos houthis no Iêmen. De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), os mísseis Tomahawk foram lançados pelo navio de guerra USS Carney.

"Uma ação de seguimento contra um alvo militar específico associado aos ataques realizados em 12 de janeiro, destinada a reduzir a capacidade dos houthis de atacar embarcações marítimas, incluindo embarcações comerciais", afirmou o Centcom em um comunicado.

O Pentágono, por sua vez, revelou que as ofensivas dos EUA e do Reino Unido atingiram quase 30 locais controlados pelos houthis. Um alto oficial militar confirmou que os ataques "alcançaram o objetivo de prejudicar a capacidade" do grupo.

O porta-voz dos houthis, Mohammed Abdulsalam, comentou que os ataques norte-americanos não tiveram impacto significativo, enquanto Nasruldeen Amer, um oficial do grupo iemenita, prometeu uma "resposta forte e eficaz".

"Não houveram feridos, nem perdas materiais ou humanas", confirmou o militar em entrevista ao Al Jazeera.

A Rússia denunciou a "agressão armada" dos Estados Unidos e do Reino Unido no Iêmen, acrescentando que não as ofensivas "não têm nada em comum com autodefesa".

Após firmar as duas primeiras "declarações conjuntas" condenando os ataques houthis a navios comerciais no Mar Vermelho, a Itália se retirou da terceira, assinada pelos EUA e por mais nove nações.

"Trabalhamos para manter a baixa tensão no Mar Vermelho e estamos comprometidos com a coligação europeia para garantir a livre circulação de navios na zona", afirmou o Palazzo Chigi.

Em relação aos vários conflitos espalhados pelo mundo, o papa Francisco comentou que a guerra é a mais terrível das doenças sociais.

"Compartilho com dor a condição de sofrimento e de solidão daqueles que, devido à guerra e às suas trágicas consequências, se encontram sem apoio e sem assistência", disse o pontífice.

Fonte: Internacional

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Lenium - Criar site de notícias