Domingo, 30 de Agosto de 2026

Passagens aéreas por R$ 200: ministro anuncia regras; confira

Passagens aéreas por R$ 200: ministro anuncia regras; confira

14/07/2023 às 14h45 Atualizada em 14/07/2023 às 18h45
Por: Redação
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Márcio França, Ministro de Portos e Aeroportos, deu detalhes sobre o programa de descontos em passagens aéreas
Rovena Rosa/Agência Brasil

Márcio França, Ministro de Portos e Aeroportos, deu detalhes sobre o programa de descontos em passagens aéreas

Márcio França, ministro de Portos e Aeroportos, anunciou em palestra na Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), nesta quinta-feira (13) que o Voa Brasil deve oferecer voos a R$ 200, além de disponibilizar 1,5 milhão de passagens por mês. Conforme o ministro, as companhias Latam, Gol e Azul já aderiram ao projeto.

Nos primeiros meses, o Voa Brasil será liberado apenas para aposentados e pensionistas que não voaram nos últimos 12 meses. Segundo o ministro, cada pessoa só poderá comprar quatro trechos. O programa vai oferecer passagens aéreas a partir de agosto. O governo espera que o programa chegue a sua capacidade máxima em até um ano.

“Vamos iniciar com aposentados, pensionistas e, eventualmente, servidores públicos. O programa inicialmente tem capacidade de atender 1,5 milhão de passagens por mês. Mas vamos começar gradualmente. Esse programa não tem recursos públicos. Estamos usando apenas os assentos vazios das empresas”, explicou França.

“Esse programa tem capacidade, nós estamos falando de 1,5 milhão de passagens ao mês, que poderíamos chegar. (…) Nós vamos chegar gradualmente”, declarou o ministro durante palestra. “Precisamos preparar os aeroportos para isso”, completou.

De acordo com o ministro, a intenção é vender passagens com preço reduzido fora da alta temporada, em dois períodos, de fevereiro a junho e de agosto a novembro, quando ocorre uma ociosidade média de 21% nos voos domésticos no país.

“É bem possível que a gente tenha uma grande procura de passagens. Isso vai permitir que os voos saiam lotados. Você vai poder ter voos em lugares onde, naturalmente, você tem demanda, mas não tem gente hoje voando”, finaliza.

Fonte: Economia

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