Segunda, 31 de Agosto de 2026

Estudante de Medicina brasileiro morre em combate na guerra da Ucrânia

Estudante de Medicina brasileiro morre em combate na guerra da Ucrânia

07/08/2023 às 19h51 Atualizada em 07/08/2023 às 23h51
Por: Redação
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Antônio Hashitani é o quarto brasileiro morto em combate na Ucrânia, segundo relatos de outro voluntário paramilitar brasileiro
Reprodução/redes sociais

Antônio Hashitani é o quarto brasileiro morto em combate na Ucrânia, segundo relatos de outro voluntário paramilitar brasileiro

O estudante de medicina Antônio Hashitani, de 25 anos, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) foi morto em combate durante a guerra na Ucrânia, onde atuava como voluntário em um grupo paramilitar nacionalista ucraniano na cidade de Bakhmut, região onde há intensos combates.

As informações foram confirmadas pelo Ministério das Relações Exteriores , por meio da Embaixada em Kiev onde afirma ter recebido a informação através de um comunicado das autoridades ucranianas competentes. O ministério está em contato com a família de Antônio e presta "a assistência".

O jovem estudante morreu em combate entre os dias 2 e 3 de agosto, segundo relatos de outro combatente brasileiro à "Tv Globo". Hashitani teria decidido deixar sua trajetória acadêmica na PUCPR em 2022 para lutar na guerra contra a Rússia na Ucrânia em um grupo paramilitar.

A PUCPR emitiu uma nota oficial lamentando a morte do estudante e manifestando condolências e solidariedade aos familiares e amigos de Antônio Hashitani. A instituição também estendeu seus sentimentos ao povo ucraniano, que enfrenta um cenário de violência e guerra na região.

"A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) expressa condolências e solidariedade aos familiares e amigos de Antonio Hashitani, estudante de medicina da PUCPR que lutou no exército da Ucrânia e faleceu em combate na região da cidade de Bakhmut, na última quarta-feira (02). Estendemos nossos sentimentos e forças ao povo ucraniano diante do quadro de violência e guerra que enfrentam. A Universidade expressa, igualmente, afeto a tantos estudantes, professores e colaboradores de nossa Instituição que possuem ascendência ucraniana e mantêm relação com sua pátria de origem", diz a nota.

Fonte: Internacional

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