Sábado, 29 de Agosto de 2026

ONU: EUA rejeita resolução do Brasil sobre guerra entre Israel e Hamas

ONU: EUA rejeita resolução do Brasil sobre guerra entre Israel e Hamas

18/10/2023 às 11h49 Atualizada em 18/10/2023 às 15h49
Por: Redação
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Reunião do Conselho de Segurança da ONU aconteceu nesta quarta-feira (18)
PxHere / CC0 Domínio público

Reunião do Conselho de Segurança da ONU aconteceu nesta quarta-feira (18)

A Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou nesta quarta-feira (18) a resolução do Brasil sobre os conflitos entre Israel e Hamas. A Rússia pediu a convocação de uma reunião de emergência com o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) diante urgência da guerra . Foram 12 votos a favor, um voto dos Estados Unidos apresentando a rejeição, e duas abstenções, da Rússia e do Reino Unido.

O pedido russo foi feito ao Brasil porque, no mês de outubro, o Itamaray preside o órgão da ONU. Dessa forma, cabe ao governo brasileiro convocar reuniões de emergência.

Segundo os Estados Unidos, o Brasil não cita o direito da autodefesa dos israelenses na resolução. O texto brasileiro pedia a retirada imediata das tropas israelenses do conflito, a volta da ordem, e também a formação de corredores humanitários para que civis palestinos e funcionários da ONU conseguissem sair da Faixa de Gaza.

Após o pronunciamento dos EUA, o representante do Brasil na ONU declarou: "Novamente o silêncio e a inatividade prevaleceram. Lamentamos essa ação coletiva e temos esperança que esforços por outras autoridades possam trazer resultados que sejam urgentes".

O Conselho de Segurança tem cinco membros permanentes (China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos) e outros 10 que fazem parte do conselho roativo (Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes).

Na última segunda (16), a Rússia apresentou uma proposta de cessar-fogo imediato, abertura de corredores humanitários e liberação de reféns com segurança. A cúpula também rejeitou a resolução russa . Segundo a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, o texto não condenava diretamente as ações do Hamas.

Fonte: Nacional

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