Sábado, 29 de Agosto de 2026

Mais uma funcionária da ONU é morta em Gaza; vítimas são 102

Mais uma funcionária da ONU é morta em Gaza; vítimas são 102

14/11/2023 às 09h47 Atualizada em 14/11/2023 às 13h47
Por: Redação
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Marwan Sawwaf/ Alef Multimídia/ Oxfam - 17/10/2023 Os residentes de Gaza vasculham os restos do parque infantil onde as crianças de Gaza brincavam no Hospital Al Ahli, que foi tragicamente bombardeado na noite de 17 de Outubro
Marwan Sawwaf/ Alef Multimídia/ Oxfam - 17/10/2023 Os residentes de Gaza vasculham os restos do parque infantil onde as crianças de Gaza brincavam no Hospital Al Ahli, que foi tragicamente bombardeado na noite de 17 de Outubro
Os residentes de Gaza vasculham os restos do parque infantil onde as crianças de Gaza brincavam no Hospital Al Ahli, que foi tragicamente bombardeado na noite de 17 de Outubro
Marwan Sawwaf/ Alef Multimídia/ Oxfam - 17/10/2023

Os residentes de Gaza vasculham os restos do parque infantil onde as crianças de Gaza brincavam no Hospital Al Ahli, que foi tragicamente bombardeado na noite de 17 de Outubro

A Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (Unrwa) anunciou nesta terça-feira (14) que uma de suas funcionárias foi morta durante os ataques no norte da Faixa de Gaza, em meio a guerra entre Israel e o grupo fundamentalista islâmico Hamas.

Em nota, a instituição da ONU informa que a família da funcionária também morreu nos bombardeios.

Desde o início das hostilidades entre Israel e Hamas, em 7 de outubro, ao menos 102 trabalhadores da Unrwa perderam a vida e outros 27 ficaram feridos na região.

Ontem, a agência já havia denunciado que um dos seus prédios em Rafah, na fronteira com o Egito, foi atingido por ataques israelenses e que seus funcionários haviam saído do local 90 minutos antes da ofensiva. O local sofreu danos graves.

"Este ataque recente é outra indicação de que, em Gaza, não é seguro em lado nenhum. Não no norte, não nas áreas do meio e não no sul", afirmou a declaração, assinada pelo comissário-geral da Unrwa, Philippe Lazzarini.

Segundo o executivo, "o desrespeito pela proteção da infraestrutura civil, incluindo edifícios da ONU, hospitais, escolas, abrigos e locais de oração, é comprovado pelo nível de horror que os civis em Gaza estão vivendo todos os dias".

Ao todo, 780 mil pessoas deslocadas estão abrigadas nos edifícios da ONU na Faixa de Gaza e, segundo o comunicado, "devem ser protegidas a todo o momento".

Fonte: Internacional

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